According to Elizabeth Kübler-Ross, when we are dying or have suffered a catastrophic loss, we all move through a five distinct stages of grief: we go into denial, because the loss is so unthinkable, we can’t imagine it’s true. We become angry with everyone, angry with survivors, angry with ourselves, than we bargain. We beg, we plead, we offer everything we have, we offer up our souls in exchange for just one more day. When the bargaining has failed, and the anger is too hard to maintain, we fall into depression, dispair, until finally we have to accept that we have done everything we can, we let go. We let go and move into acceptance.

The very worst part is that the minute you think you’re past it, it starts all over again. And always, every time, it takes your breath away.
There are 5 stages of grief, they look different on all of us, but there are always five: denial, anger, bargaining, depression, acceptance.

[Grey's Anatomy, episódios 1 e 2, sexta temporada]

Nunca sentira uma vontade como aquela. Queria que Mikael Blomkvist tocasse a campainha e… o quê? Que a erguesse nos braços? Que a levasse apaixonadamente até o quarto e arrancasse suas roupas? Não, na verdade desejava apenas a companhia dele. Queria ouvi-lo dizer que gostava dela como ela era. Que ela era uma pessoa especial no mundo e na vida dele. Queria que lhe fizesse um gesto de amor, não apenas de amizade e camaradagem. Estou ficando doida, pensou.

[Millennium 1, Os homens que não amavam as mulheres, página 521, 1ª edição, Stieg Larsson]

*ou Tamie Karan

ler é a minha forma de escapar do meu mundo e viver no dos outros. e ainda assim eu acho que esses mundos são meus.

tem coisas que cansam mais que outras.
morar com algumas pessoas cansa mais que jogar bola.

Passageiro

Novembro 2009
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